25/11/2025
Startups de Ribeirão Preto e da região se destacam em importantes rankings no Brasil
Startups de Ribeirão Preto e região têm se destacado em rankings nacionais, impulsionando o reconhecimento da cidade como polo tecnológico. Para entender melhor o que esses rankings avaliam e conhecer mais sobre essas startups, conversamos com Eduardo Sikone, gerente do Supera Parque.
O que avaliam os rankings Startups to Watch e Open Startups?
Recentemente, startups da região obtiveram resultados importantes em dois rankings de grande visibilidade nacional: o Startups to Watch e o Open Startups. O Startups to Watch, organizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios em parceria com consultorias especializadas, seleciona as startups mais promissoras do Brasil. A avaliação considera critérios como potencial de mercado, proposta de valor, nível de inovação, maturidade da solução e capacidade de execução da empresa e dos empreendedores.
Já o Open Startups avalia a startup não somente pela tecnologia, mas pelo relacionamento real que ela estabelece com grandes empresas. O foco é medir a inovação aberta, ou seja, quantas conexões, contratos e colaborações uma startup conseguiu estabelecer ao longo do ano. A pontuação considera tanto o número de conexões quanto a intensidade e a relevância dessas relações.
O que avaliam os rankings Startups to Watch e Open Startups?
Recentemente, startups da região obtiveram resultados importantes em dois rankings de grande visibilidade nacional: o Startups to Watch e o Open Startups. O Startups to Watch, organizado pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios em parceria com consultorias especializadas, seleciona as startups mais promissoras do Brasil. A avaliação considera critérios como potencial de mercado, proposta de valor, nível de inovação, maturidade da solução e capacidade de execução da empresa e dos empreendedores.
Já o Open Startups avalia a startup não somente pela tecnologia, mas pelo relacionamento real que ela estabelece com grandes empresas. O foco é medir a inovação aberta, ou seja, quantas conexões, contratos e colaborações uma startup conseguiu estabelecer ao longo do ano. A pontuação considera tanto o número de conexões quanto a intensidade e a relevância dessas relações.